mulheres do agro São Paulo
Mulheres do agro: o legado do FEAP Mulher
Elas sempre estiveram lá
Quem conhece o campo sabe: a mulher do agro nunca esteve de fora. Ela cuida da produção, administra a propriedade, toca a família e, muitas vezes, faz tudo isso ao mesmo tempo. O que faltou, durante muito tempo, foi reconhecimento formal e acesso às mesmas ferramentas que sempre chegaram mais fácil para os homens. Crédito, apoio técnico e visibilidade demoraram a bater na porta de quem sustenta boa parte do trabalho no interior de São Paulo.
Reconhecer a mulher do agro não é gesto simbólico. É corrigir uma distância que atrasa a própria produção. Quando a produtora rural tem acesso a crédito e apoio, a propriedade inteira ganha. E a região toda ganha junto.
O que foi o FEAP Mulher
Durante a gestão de Guilherme Piai na Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, foi destinada uma linha específica do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista voltada às mulheres do campo: o FEAP Mulher, com R$ 25 milhões. A ideia é direta: abrir crédito e condições de financiamento pensadas para a realidade da produtora rural, tirando barreiras que travavam o acesso dela ao apoio público.
Com recurso na mão, a mulher do agro investe. Compra o que precisa, amplia a produção, moderniza a propriedade. O crédito vira semente, vira máquina, vira renda. E, mais que dinheiro, vira reconhecimento de que ela é protagonista e não coadjuvante na história do campo.
Crédito que transforma vidas
O impacto de uma política como essa não fica só na planilha. Fica na vida real. É a produtora que consegue, pela primeira vez, financiar um projeto no próprio nome. É a família que estabiliza a renda porque a propriedade passou a produzir mais. É a jovem do interior que olha para a mãe ou para a vizinha e entende que dá para viver do campo e prosperar.
No Oeste Paulista e em todo o interior de São Paulo, onde tantas famílias dependem da terra, valorizar a mulher do agro é fortalecer a base da produção. Não existe agro forte deixando metade da força de trabalho para trás. O FEAP Mulher aponta para o caminho contrário: incluir, apoiar e reconhecer.
Um legado para continuar
Guilherme Piai é do Oeste Paulista e conhece de perto a rotina de quem vive no campo, inclusive das mulheres que seguram a produção no interior. O FEAP Mulher é parte de um legado que mostra prioridade clara: colocar o produtor, e a produtora, no centro da política agrícola.
Esse é o tipo de trabalho que precisa de continuidade e de voz nas decisões nacionais. Quando o interior tem representação de quem entende a realidade do campo, pautas como o crédito para a mulher do agro deixam de ser exceção e viram política de verdade. Piai já fez por aqui. Valorizar quem produz, homens e mulheres do interior, é seguir fazendo pela nossa gente.
Reconhecer é fortalecer
A mulher do agro não pede favor. Pede o que é justo: as mesmas condições para produzir e crescer. O FEAP Mulher foi um passo nessa direção, dentro de São Paulo. Levar essa mentalidade para o debate nacional é garantir que a produtora do Oeste Paulista tenha o mesmo peso de qualquer outra na hora de definir o futuro do campo. Reconhecer quem trabalha é o jeito mais honesto de fortalecer o interior.
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