produtor rural de Presidente Prudente
O que Guilherme Piai fez pelo produtor rural de Presidente Prudente e região
Trabalho que chega no campo, não fica no papel
Falar de agricultura é fácil. Difícil é fazer a política pública chegar até o produtor, no fim da estrada de terra, na propriedade que sustenta uma família. Entre 2023 e 2025, à frente da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, Guilherme Piai tocou um conjunto de ações que saíram do gabinete e chegaram ao campo. E boa parte disso teve impacto direto em Presidente Prudente e no Oeste Paulista, a região de onde ele vem.
Para quem produz, o que vale é o resultado. E o resultado aparece quando a terra vira título no nome do produtor, quando a água chega para irrigar, quando o trator novo entra no galpão. Foi por aí que o trabalho andou.
A terra no nome de quem trabalha nela
Um dos maiores gargalos do produtor rural é a falta do título da terra. Sem documento, não há crédito. Sem crédito, não há investimento. E sem investimento, a propriedade fica travada no tempo. A gestão de Piai enfrentou esse problema de frente: foram mais de 5 mil títulos rurais entregues, regularizando propriedades por São Paulo, com peso importante para as regiões do interior.
Para o produtor de Presidente Prudente e região, isso significa segurança jurídica. Significa poder chegar ao banco com o documento na mão, conseguir financiamento e planejar o futuro. Regularização fundiária não é burocracia. É a base para a família rural investir e crescer.
Água, máquina e apoio para produzir mais
Produzir no interior exige enfrentar a seca, o custo alto e a falta de estrutura. Por isso o Irriga+SP, com R$ 200 milhões, veio para apoiar a irrigação e ajudar o produtor a colocar água no lugar certo, na hora certa. Isso reduz o risco da safra e aumenta a produtividade, o que faz diferença real no bolso de quem vive do campo.
Na mesma linha, a entrega de mais de mil tratores levou mecanização a propriedades que precisavam dar um passo à frente. Um trator muda a rotina do pequeno produtor: o que levava dias no braço passa a levar horas. Sobra tempo, sobra energia, sobra produção. E quando o campo produz mais, a cidade toda sente, do comércio ao emprego.
Segurança sanitária que abre mercado
Manter São Paulo livre da febre aftosa não é detalhe técnico distante. É o que garante que o gado do interior possa ser vendido com segurança e que novos mercados fiquem abertos ao pecuarista paulista. Para o criador de Presidente Prudente e região, sanidade animal significa proteção do rebanho e valor do produto. É o tipo de trabalho que não aparece na manchete todo dia, mas sustenta a renda de muita gente.
Comida do interior na mesa de quem precisa
Outra frente foi aproximar o produtor do consumidor por meio da compra pública. O PPAIS, com R$ 53,9 milhões, ajuda a levar alimento da agricultura familiar para instituições públicas. Isso gera renda garantida para quem planta e coloca comida de qualidade na mesa de quem precisa. É o campo e a cidade caminhando juntos, com o dinheiro público girando dentro da própria região.
De onde vem a confiança
O produtor rural desconfia de promessa e confia em resultado. Guilherme Piai não chegou de paraquedas no tema. Presidiu o CONSEAGRI, dirigiu a Fundação ITESP e comandou a Secretaria de Agricultura de São Paulo. É gente que conhece o campo por dentro, que já sentou com produtor, que entende a rotina de quem vive da terra em Presidente Prudente e no Oeste Paulista.
Piai é daqui e já fez por aqui. O que ele defende agora é continuar esse trabalho num campo maior, levando as pautas do produtor rural do interior para as decisões nacionais. Porque quem já entregou terra regularizada, água, máquina e mercado sabe exatamente o que o campo precisa da próxima etapa.
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